quarta-feira, 12 de agosto de 2015

STF propõe reajuste salarial a ministros e servidores

STF propõe reajuste salarial a ministros e servidores que terá impacto de R$ 117 milhões

Agência O Globo

BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal ( STF) decidiu nesta quarta-feira, em sessão administrativa, enviar ao Congresso projeto de lei aumentando os salários dos ministros da corte em 16,38%. O salário passaria de R$ 33.763,00 para R$ 39.293,38. O impacto aos cofres públicos seria de R$ 117 milhões para todo o Judiciário.
Na mesma sessão, ficou decidido que o STF enviará ao Executivo proposta de reajuste aos servidores do Judiciário, em greve, proposta de reajuste de 41,47%. O percentual foi definido depois de dezenas de reuniões entre técnicos do STF e do Ministério do Planejamento.
O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, ressaltou que as negociações foram prejudicadas pela crise econômica. Ele garantiu que esse é o maior percentual que o Erário pode suportar neste momento.
A proposta de reajuste para os servidores será enviada ao Palácio do Planalto, que tem o papel de reencaminhar ao Congresso. O tema vai tramitar junto com o Orçamento de 2016.

Dinheiro liga doleiro da Lava-Jato a obra no prédio de Lula


Agência O Globo

GFD, empresa de Youssef, deu R$ 3,7 milhões à Planner, que pagou R$ 3,2 milhões à OAS durante a construção.© Foto: André Coelgo/Agência O Globo GFD, empresa de Youssef, deu R$ 3,7 milhões à Planner, que pagou R$ 3,2 milhões à OAS durante a construção.
Um grupo empresarial que recebeu R$ 3,7 milhões da GFD, empresa usada para lavar dinheiro do doleiro Alberto Youssef, repassou quase a mesma quantia para a construtora OAS durante a finalização das obras de um prédio no Guarujá onde o ex-presidente Lula tem apartamento. Entre 2009 e 2013, a empresa de Youssef fez vários pagamentos para a Planner, uma corretora de valores mobiliários. Em 2010, a Planner pagou à OAS R$ 3,2 milhões.
A suspeita do Ministério Público Federal é que parte do dinheiro de Youssef repassado à Planner possa ter sido usado para concluir a obra iniciada pela Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), que foi presidida pelo ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Vaccari e Youssef estão presos na Operação Lava-Jato.
O repasse da GFD para a Planner aparece entre os primeiros documentos analisados pela Polícia Federal depois da quebra de sigilo fiscal das empresas de Youssef. Já a negociação financeira entre a OAS e a Planner consta do processo que investiga irregularidades na Bancoop que tramita na 5ª Vara Criminal de São Paulo, segundo documentos obtidos pelo GLOBO em cartório de registro de imóveis do Guarujá.
A OAS afirmou na terça-feira que a Planner foi usada apenas para a emissão de debêntures (títulos da empresa). Carlos Arnaldo Borges de Souza, sócio da Planner, afirmou que o dinheiro da GFD refere-se à “compra e venda de ações”. Disse ainda que o repasse de R$ 3,2 milhões para a OAS foi resultado da compra de debêntures emitidas pela construtora, que deu o imóvel em hipoteca. Luiz Flávio Borges D’Urso, advogado de Vaccari, não quis se manifestar por desconhecer a operação.
O Edifício Solaris é emblemático. Lula é dono de um tríplex avaliado entre R$ 1,5 milhão e R$ 1,8 milhão. Vaccari é dono de um apartamento avaliado em R$ 750 mil no mesmo prédio. Além dos dois, também é dona de imóvel no edifício Simone Godoy, mulher de Freud Godoy, que foi segurança do ex-presidente Lula.
O Instituto Lula voltou a negar nesta terça-feira que o ex-presidente possua apartamento no Edifício Solaris. Afirmou que a família de Lula é dona de uma cota no empreendimento, adquirida em nome de dona Marisa Letícia Lula da Silva em 2005 e quitada em 2010. A família não teria escolhido ainda se receberá de volta o dinheiro investido ou um dos apartamentos.
A Planner usou duas empresas do grupo. Enquanto a corretora recebeu de Youssef, a Planner Trustee repassou recursos para a OAS. A construtora havia assumido as obras do Edifício Solaris em 2010, depois que a Bancoop se tornou insolvente. Logo em seguida, a Planner repassou os R$ 3,2 milhões à OAS e recebeu o empreendimento como garantia da construtora.
O Ministério Público de São Paulo, que denunciou Vaccari em 2013, vai reabrir as investigações sobre o relacionamento da OAS com a Bancoop, e as provas serão compartilhadas com os procuradores da Operação Lava-Jato. Os promotores querem saber o que levou a OAS a assumir obras de uma cooperativa habitacional insolvente.
Cerca de 3 mil cooperados ficaram sem seus imóveis quando a cooperativa quebrou. Além do Solaris, a empreiteira assumiu pelo menos oito empreendimentos da Bancoop, num total de 2.195 unidades habitacionais.
A Planner fez diversas operações financeiras com a Bancoop. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostra que o Sindicato dos Empregados de Estabelecimentos Bancários de São Paulo, que também foi presidido por Vaccari, repassou R$ 18,1 milhões para a Bancoop e, no mesmo dia, a cooperativa transferiu o montante para a Planner. Foi ainda a Planner que administrou o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios da Bancoop, criado em 2004, que recebeu R$ 26,2 milhões dos fundos de pensão de estatais Petrus (Petrobras), Funcef (Caixa) e Previ (Banco do Brasil). A operação com os fundos deu prejuízo de R$ 12 milhões à cooperativa.
A Planner recebeu ainda pelo menos um depósito de uma das empresas de fachada usadas para desviar dinheiro da Petrobras, a Empreiteira Rigidez, no valor de R$ 59 mil.
O promotor José Carlos Blat, do MP de São Paulo, já havia descoberto que o dinheiro da Bancoop irrigou campanhas do PT. Para isso, o partido usou empresas de fachada, que prestaram falsos serviços à cooperativa. Vaccari é réu por estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Em abril passado, ele foi preso na 12ª etapa da Lava-Jato, e responde na Justiça Federal sob acusação de receber propina do esquema de corrupção na Petrobras.
A Lava-Jato ainda investiga porque a OAS teve prejuízo na compra de um apartamento, no mesmo prédio, da cunhada de Vaccari, Marice Correia de Lima. Ela tinha um apartamento declarado por R$ 200 mil e o vendeu à construtora por R$ 432 mil. A OAS, no entanto, revendeu o imóvel por menos: R$ 337 mil. Marice teria recebido, a mando do doleiro Youssef, R$ 244 mil provenientes da OAS.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Moody's rebaixa nota do Brasil, mas mantém grau de investimento


Nem um mês depois da nota de crédito do Brasil ser revisada pela Standard & Poor's, agora foi a vez da Moody's rever a perspectiva do País. A agência de classificação de risco Moody's decidiu rebaixar a nota de risco de crédito do Brasil. O rating passou de Baa2 para Baa3, nota que ainda coloca o País na lista dos bons pagadores, aqueles que possuem o chamado grau de investimento. O rating, porém, agora fica apenas um patamar acima do grau especulativo.
A perspectiva para as próximas revisões passou para estável.  Antes, ela estava negativa. Apesar do rebaixamento da nota, a leitura inicial do mercado foi positiva, visto que a tendência agora é de o rating permanecer no mesmo patamar nas próximas revisões. O Ibovespa reduziu as perdas no fim do pregão e caiu 0,57% no fechamento.
Em nota, a Moody's justificou a decisão dizendo que "o desempenho econômico mais fraco do que se esperava, a tendência relacionada de elevação dos gastos do governo e a falta de consenso político sobre reformas fiscal vai impedir as autoridades de alcançarem superávits primários suficientemente altos para conter e reverter a tendência de elevação da dívida neste ano e no próximo, e vão desafiar sua capacidade de fazê-lo mais tarde".
A Moody's também afirma que "como resultado disso, a carga da dívida do governo e a capacidade de pagamento continuarão a deteriorar materialmente em 2015 e em 2016, em comparação com as expectativas anteriores da agência de rating, para níveis materialmente piores do que outros países com ratings Baa. A Moody's tem a expectativa de que a carga de dívida crescente se estabilize somente perto do fim do governo atual".
As reservas internacionais foram elogiadas. Para a Moody's, "o Brasil retém vários pontos positivos em termos de crédito que se refletem no rating Baa3: sua capacidade para resistir a choques financeiros externos, tendo em vista as amplas reservas internacionais; um balanço do governo com exposição relativamente limitada a dívidas em moeda estrangeira e a dívidas de não-residentes, em comparação com países com ratings semelhantes; e uma economia grande e diversificada".
Vale lembrar que no fim de julho foi a vez da agência S&P alterar a perspectiva do rating BBB- do Brasil para negativa, de estável. A nota da agência também representa apenas um degrau acima do grau especulativo. Segundo a agência, o Brasil enfrenta desafios políticos e circunstâncias econômicas, apesar das mudanças feitas pela presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato. 

Governo vai reduzir preço da bandeira vermelha

Governo vai reduzir preço da bandeira vermelha da conta de luz em até 20%


BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff disse ser lastimável o aumento nas contas de luz, mas anunciou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai reduzir de 15% a 20% o preço da bandeira tarifária vermelha graças ao desligamento de usinas térmicas na última semana. 
 "Sem sombra de dúvidas, é verdade que as contas de luz aumentaram, o que nós lastimamos. Por causa da falta de energia para sustentar a oferta de luz tivemos que usar as térmicas, pagando bem mais do que se tivéssemos só energia hidrelétrica no nosso sistema", disse Dilma.
Dilma Rousseff lamentou o aumento das tarifas de energia elétrica© Fornecido por Estadão Dilma Rousseff lamentou o aumento das tarifas de energia elétrica Segundo ela, o desligamento de 2.000 megawatts em geração térmica no último sábado possibilitará uma mudança no regime de bandeira vermelha, que hoje cobra nas contas de luz um adicional de R$ 5,50 para cada 100 kilowatts-hora (kWh) consumidos. Desde janeiro vigora a bandeira vermelha, a mais cara, em todo o País. 
"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fará uma consulta pública, mas a estimativa é de uma redução de 15% a 20% na bandeira vermelha. Com a regularização do regime hidrológico, teremos cada vez mais boas notícias", completou. 
O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que haverá um desconto na bandeira vermelha em setembro, mas não uma redução para a bandeira amarela porque o País ainda está em seu "período seco". "Ainda não temos a segurança para acionarmos a bandeira amarela. Em outubro e novembro faremos avaliação", disse. 
Segundo o ministro, com o desconto que será definido até o dia 28 deste mês, a bandeira vermelha de setembro cairá dos atuais R$ 5,50 por 100 kilowatts-hora (kWh) para R$ 5 ou até R$ 4,50.

47ª AULA = COMO EVITAR UM TEXTO PROLIXO




A prolixidade gera textos confusos e monótonos
A prolixidade é um problema que compromete a escrita. Mas o que vem a ser um texto prolixo?

A tendência deste tipo de produção é abusar da escrita, da prorrogação desnecessária do discurso, é a superabundância de argumentos e de palavras. Isso não é bom, pois o texto fica confuso, monótono, entediante.

O escritor não sabe a hora de parar, de pontuar, tampouco consegue organizar as ideias de maneira concisa e clara.

É óbvio que não devemos omitir informações importantes ao leitor, fundamental para a compreensão do assunto abordado. Mas a falta de objetividade ocasiona repetição de vocábulos e de ideias que, consequentemente, originam o texto prolixo.

Não enfatizamos aqui a quantidade, mas sim a qualidade textual!
É melhor discursar sobre um ponto específico de determinado tema, do que falar de todos e não concluir nenhuma das argumentações.

Para identificar se seu texto está prolixo, procure verificar se há: pequenas orações ou expressões que podem ser retiradas sem qualquer dano ao significado; explicações genéricas; repetição de termos, de mesmo conteúdo ou do pronome relativo que.

Veja alguns exemplos:

a) A vida na Terra poderia ser uma vida mais tranquila, uma vida mais pacífica e sossegada.

Observe a reprodução dispensável da palavra “vida”, bem como das informações (tranquila pacífica e sossegada têm o mesmo sentido).

Seria melhor escrever: A vida na Terra poderia ser mais tranquila.

b) A importância da Mata Atlântica é inquestionável, precisamos dela para viver melhor, para respirarmos melhor, para nos alimentarmos melhor, afinal, ela é um dos pulmões da Terra e, portanto, é fundamental para nossa sobrevivência.

Nossas quantas informações repetidas: “precisamos dela para vivermos melhor, para respirarmos melhor, para nos alimentarmos melhor” e “ela é um dos pulmões da Terra e, portanto, é fundamental para nossa sobrevivência.” têm o mesmo sentido. Além disso, é redundante dizer “vivermos melhor” junto à “para respirarmos melhor”, pois quem vive, também respira.

Seria melhor escrever: A importância da Mata Atlântica é inquestionável, afinal, ela é um dos pulmões da Terra e, portanto, é fundamental para nossa sobrevivência.

c) Este é o menino que sugeriu que seria melhor que fizéssemos um mutirão que abrangesse todo o setor, para que todos tivessem a oportunidade de contribuir.

O que não é o único pronome relativo que existe e estabelece coesão a um texto!

Prefira fazer substituições ou excluir o pronome quando possível: Este é o menino, o qual sugeriu que o mutirão fosse realizado em todo o setor. Pois dessa maneira, todos poderão ter a oportunidade de contribuir.

Veja mais!


Você não pode escrever da mesma maneira como fala!

Publicado por: Sabrina Vilarinho

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Dólar despenca quase 2%

Dólar despenca quase 2% e vai abaixo de R$3,50 com BC, mas cena política continua no foco

Reuters

O dólar despencou quase 2 por cento nesta segunda-feira, a maior queda em um mês e que o levou abaixo de 3,50 reais novamente, após a maior intervenção do Banco Central no mercado de câmbio e em um dia sem grandes notícias, mas os investidores ainda continuaram bastante temerosos em meio à grave crise política no país.
A divisa norte-americana caiu 1,86 por cento, a 3,4429 reais na venda, maior queda desde o dia 10 de julho (-2,30 por cento). Na última sessão, o dólar já havia recuado 0,83 por cento, mas acumulou valorização de 2,44 por cento na semana passada. "Está havendo uma acomodação (da moeda), diante da falta de notícias", afirmou o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo, lembrando das fortes altas do dólar nas últimas semanas.
Só em julho, a moeda norte-americana avançou 10 por cento. Investidores continuaram focando suas atenções no noticiário político local, que tem impulsionado a moeda norte-americana nas últimas semanas.
O medo é que golpes à credibilidade do país afastem investimentos do mercado local, além de entraves ao reequilíbrio da economia brasileira.
"Os mercados brasileiros continuam focados mais em eventos políticos domésticos do que em indicadores econômicos", escreveram analistas do JPMorgan em nota a clientes, salientando a incerteza sobre a aprovação de medidas do ajuste fiscal pelo Congresso Nacional e o noticiário sobre a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff não concluir seu mandato.
Operadores ressaltaram também que o aumento da intervenção do BC no câmbio corroborou o alívio no mercado local. Após as fortes altas recentes da moeda dos EUA, a autoridade monetária sinalizou que rolará integralmente os swaps cambiais --equivalentes à venda futura de dólares-- que vencem em setembro, após três meses de rolagens parciais.
"Com o aumento da rolagem, o mercado entendeu que o dólar acima de 3,50 reais incomoda", disse o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.
Pela manhã, o BC deu continuidade à rolagem, vendendo a oferta total de até 11 mil contratos, correspondentes a 535,7 milhões de dólares. Ao todo, já rolou 2,232 bilhões de dólares, ou cerca de 22 por cento do total que vence no mês que vem.
Nos mercados externos, a perspectiva de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, pode elevar os juros no mês que vem também continuou no radar. Juros mais altos podem atrair para a maior economia do mundo recursos aplicados em países como o Brasil.
Nesta quarta-feira, dois membros do Fed comentaram sobre a economia dos Estados Unidos. O presidente o Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, disse que estava "disposto" a começar a elevar os juros em setembro, mas espera que haja um hiato de pelo menos uma reunião antes de novos aumentos.
Mais cedo, o vice-presidente do Fed, Stanley Fischer, disse que a inflação está muito baixa, mas apenas temporariamente, e a economia já quase atingiu o pleno emprego. No exterior, o dólar também perdia força e caía cerca de 0,4 por cento em relação a uma cesta de moedas.
(Por Bruno Federowski; Reportagem adicional de Flavia Bohone)

Gleisi Hoffman acusa ministros do TCU de 'oportunismo' ao julgar contas de Dilma



Brasília - A senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) acusou nesta segunda-feira, 10, de "oportunismo" dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) na discussão sobre o julgamento das contas da presidente Dilma Rousseff do ano passado. A petista disse que a Corte "nunca se preocupou seriamente" com essas questões e ressaltou estar "demonstrado" que são normais as práticas como a de postergar pagamentos, as chamadas pedaladas fiscais, tendo sido usadas por governos anteriores.
"Só peço o favor a esses senhores, que já foram políticos, que já usaram tribuna e que se manifestam politicamente: parem de dizer que suas razões são técnicas porque, além disso não ser verdadeiro, é feio. É muito feio", criticou ela, em discurso no plenário.
Gleisi disse que há "vários" ministros engajados no esforço de inviabilizar o mandato da presidente Dilma. Segundo ela, os "ministros políticos", a maioria do colegiado, são os mais engajados.
Para a petista, numa alusão ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), são os perdedores de 2014 que têm investido no julgamento das contas do governo pelo TCU. Uma decisão desfavorável pela Corte de Contas poderia levar o Congresso a abrir um processo de impeachment contra a presidente. Gleisi criticou lideranças tucanas que, embora não defendam o afastamento de Dilma, começaram a defender a tese de novas eleições imediatas.
A senadora conclamou o Senado a ter uma atuação mais responsável diante da aprovação de pautas que causem impacto aos cofres públicos. Para ela, essas propostas não são contra o governo ou contra Dilma, mas sim contra o País. "Não dá para jogar fogo, gasolina na fogueira", afirmou.