segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Geraldo Alckmin: inquéritos levam governo ao centro da Lava Jato


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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta segunda-feira entender que a abertura das investigações contra os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e da Comunicação Social, Edinho Silva, por suposto recebimento de doação ilegal de empreiteiras que tinham contratos com a Petrobras coloca a campanha da presidente Dilma Rousseff no centro das atenções da Operação Lava Jato. O tucano, contudo, saiu em defesa do senador paulista Aloysio Nunes (PSDB-SP), que também está sendo investigado, e disse não se sentir constrangido com as investigações de seu correligionário.
"Entendo que sim (as investigações colocam a campanha de Dilma no centro das atenções da Lava Jato)", afirmou ao ser questionado pela imprensa durante entrevista após o Desfile Cívico e Militar de 7 de Setembro no Sambódromo do Anhembi, na capital paulista. Alckmin, no entanto, defendeu seu correligionário Aloysio Nunes. "Investigação é para todos. Todos são iguais perante a lei. Agora ele (Aloysio) já se defendeu. E também não tem nenhum sentido um dos principais líderes da oposição ter qualquer ascendência sobre a Petrobras ou o governo", afirmou.
Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki autorizou o pedido de abertura de inquérito para investigar Nunes, Mercadante e Edinho no âmbito da Operação Lava Jato. Em delação premiada, o dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, teria citado os três políticos. Pessoa disse ter feito repasses milionários para as campanhas de Mercadante ao governo paulista em 2010, e para a campanha à reeleição de Dilma, da qual Edinho Araújo foi tesoureiro. O dinheiro também teria sido repassado para a campanha de Aloysio Nunes. Com informações do Estadão Conteúdo.

Em pronunciamento, Dilma assume responsabilidade pela crise


Presidente Dilma Rousseff durante evento em Brasília© REUTERS/Ueslei Marcelino Presidente Dilma Rousseff durante evento em Brasília
São Paulo - Em seu pronunciamento oficial de 7 de setembro, a presidente Dilma assumiu a culpa pela política econômica e situação de crise do país. Segundo a declaração oficial, divulgada pela internet no site e redes sociais da presidência, ela diz que a crise é "resultado de um longo período que o governo entendeu que deveria gastar o quanto fosse preciso para garantir o emprego e a reda do trabalhador, a continuidade dos investimentos e dos programas sociais".
É a primeira vez, em declaração oficial, que a presidente assume os erros da gestão e diz ser necessária uma reavaliação das medidas e consequente corte nas que precisam ser reduzidas. “Sei que é minha responsabilidade apresentar caminhos e soluções para fazer a travessia que deve ser feita”, diz.
A presidente ressalta em sua fala que a crise também sofreu influência de problemas “lá de fora”. Segundo o discurso, só agora os países emergentes e importantes parceiros comerciais do Brasil foram atingidos pela crise internacional.
“As dificuldades, insisto, são nossas e são superáveis. O que quero dizer, com toda a franqueza, é que estamos enfrentando os desafios, as dificuldades, e que vamos fazer essa travessia. Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente”, afirma a presidente.
Fora isso, o discurso não trouxe grandes surpresas. A presidente aproveitou a oportunidade para explicar o porquê de alguns cortes em programas sociais e deixar como compromisso a luta pela retomada do crescimento.
“Podemos e queremos ser exemplo para o mundo, exemplo de crescimento econômico e valorização das pessoas. O esforço de todos nós é o que vai nos levar a superar esse momento”, finaliza.
Refugiados
Como paralelo à crise, Dilma fez questão de ressaltar a crise dos refugiados. A presidente cita a fotografia que rodou o mundo nesta semana do corpo do menino sírio Aylan Kurdi como símbolo de uma “tragédia de natureza humanitária”.

RESSACA DA FESTA DE VAQUEJADA DE POTIRAGUÁ


O prefeito Luís Soares, deu um churrasco após a festa, isto é, se podemos chamar de fim de festa já que Fabricio Alves comandou o som com seu teclado das 8 a 10:30h. e o cigano com sua banda completou o arrasta-pé.
Foi assado um boi na roleta.






domingo, 6 de setembro de 2015

10 dicas para evitar o cansaço ao dirigir


10 dicas para evitar o cansaço ao dirigir | Autor: Reprodução© Fornecido por Motorpress 10 dicas para evitar o cansaço ao dirigir | Autor: Reprodução
O cansaço é como a sede e surge quando o corpo ultrapassa os limites. Mas, assim como a desidratação, existem modos simples de combater a fadiga. Confira a seguir 10 dicas:
Acomode-se bem - Pode parecer óbvio, mas algumas pessoas não se atentam à posição de dirigir. Então lembre-se: se você vai passar algumas horas conduzindo um carro, nada melhor que sentir-se o mais confortável possível. Nas viagens, também é recomendável programar-se para evitar os horáios mais quentes do dia e a noite. Evite também dirigir logo após as refeições.
Crianças - Os pequenos costumam se aborrecer rapidamente nas viagens, A dica, então, é aproveitar os horários em que eles costumam dormir para realizar as viagens. Assim, você conseguirá manter a concentração durante mais tempo e o trajeto parecerá mais curto para as crianças.
 
Três inimigos - Monotonia, calor e escuridão são três grandes fatores que provocam redução na atenção e sonolência ao volante. Providencie uma trilha sonora agradável e variada e mantenha a temperatura interna confortável com o uso do ar-condicionado ou do sistema de ventilação.
Atrasos e congestionamentos - Além de prejudicar a concentração, o estresse provocado pelos congestionamentos também provocam o enrijecimento muscular que pode até afetar a rapidez dos movimentos. Pior: permanecer confinado em um espaço limitado por muito tempo eleva o nível de agressividade das pessoas. Manter-se informado sobre as condições do trânsito e ter um navegador à mão são dicas valiosas nesse caso.

Atenção aos sintomas! - Pálpebras pesadas, irritação nos olhos, necessidade de piscar com mais frequência, bocejos contínuos, dores no pescoço, nos ombros ou nas costas são sinais de cansaço que não devem ser ignorados. É melhor parar e relaxar um pouco, mesmo que a distância até o destino pareça pequena. Não se esqueça que a maioria dos acidentes ocorre nas proximidades da residência, quando o nível de concentração diminui.. 
Efeito estufa - A temperatura no interior do veículo é importante para evitar a sonolência. O ideal é que ela esteja em torno de 23 °C. Se a cabine estiver muito quente, pode provocar sonolência e se estiver muito fria, o desconforto diminui a concentração. Se usar o ar-condicionado, utilize os difusores das saídas de ventilação para distribuir o ar refrigerado por toda a cabine.
É melhor parar - Os especialistas recomendam parar para descansar a cada duas horas ao volante. Aproveite para ir ao banheiro, esticar as pernas ou fazer refeições leves. Não tente lutar contra o cansaço, pois essa é uma batalha perdida. Se for o caso, dê uma cochilada rápida, de até 30 minutos, para repor as energias antes de retornar à estrada.
Fique atento - Se decidir parar, verifique bem as condições do local escolhido. Prefira postos de abastecimento movimentados e, se possível, conhecidos. Caso queira fazer uma refeição, siga o dito popular e se oriente pela quantidade de caminhoneiros no local. Quanto maior o número de motoristas ali, maior é a probabilidade de uma boa refeição disponível. 
 
Elasticidade - Saber relaxar é fundamental para aproveitar bem as paradas durante a viagem. Faça alguns alongamentos básicos, como das pernas, dos braços, dos ombros e do pescoço. A sensação é revigorante e vai contribuir para manter o nível de atenção elevado.
Não tenha pressa - Lembre-se que o fundamental é chegar bem ao destino. Então, procure programar sua viagem com alguma antecedência, observando os períodos que passará ao volante e as paradas. Uma simples pausa para um café, uma breve caminhada e alguns exercícios simples de alongamento podem fazer toda diferença no fim do seu trajeto.










STF autoriza inquérito contra ministros de Dilma na Lava Jato


© Fornecido por Deutsche Welle
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, a pedido do Ministério Público Federal, a abertura de inquérito para investigar os ministros Aloizio Mercadante, da Casa Civil, e Edinho Silva, da Comunicação Social, além do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
A notícia foi divulgada na noite do sábado (05/09), pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, e pelo site do jornal O Estado de São Paulo. A investigação atinge, pela primeira vez, dois dos principais ministros da presidente Dilma Rousseff.
Os ministros e o senador tucano foram citados pelo empresário Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, em delação premiada, como beneficiários de recursos do esquema de corrupção da Petrobras.
Pessoa afirmou que foram feitos repasses milionários para as campanhas de Mercadante ao governo paulista, em 2010, e para a reeleição de Dilma Rousseff, em 2014, da qual Edinho Silva foi tesoureiro. Recursos ilícitos também teriam sido repassados para a campanha do senador Aloysio Nunes.
Na delação premiada, Pessoa disse que a UTC doou 7,5 milhões de reais para a campanha de Dilma Rousseff. O empreiteiro afirmou que foi coagido a fazer as doações para assegurar que sua construtora mantivesse contratos com a Petrobras.
O ministro Aloizio Mercadante afirmou ser "absolutamente insustentável" a tese da delação feita pelo empresário Ricardo Pessoa sobre as doações à campanha dele ao governo de São Paulo, em 2010. Conforme o ministro, o empreiteiro doou 500 mil reais "devidamente comprovados em prestação de contas à Justiça Eleitoral."
Ex-tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição, Edinho Silva informou que sempre agiu dentro da legalidade na arrecadação de fundos para a disputa presidencial em 2014.
"Sou plenamente favorável que se apure todos os fatos e que todas as dúvidas sejam esclarecidas", afirmou o ministro, em nota à imprensa. Aloysio Nunes disse considerar "absurda" a suposição de que ele "pudesse favorecer negócios da Petrobras". Ele destacou que é um "oposicionista notório e intransigente aos governos do PT."

Dilma não fará pronunciamento em rádio e TV no 7 de Setembro


© Fornecido por Notícias ao Minuto
A presidente Dilma Rousseff  não irá fazer o pronunciamento tradicional em cadeia nacional de TV e rádio no 7 de Setembro. Segundo informações da coluna Painel, de Vera Magalhães na Folha de S. Paulo, a presidente gravaria uma mensagem neste sábado (05) no Palácio da Alvorada. No entanto, a veiculação será restrita à internet, o mesmo que aconteceu no 1º de Maio.  
A colunista ressalta que assessores sabem que o cenário não é favorável para uma fala da petista em rede, algo que acreditam que geraria nova onda de panelaço. Assim, de acordo com aliados, um vídeo divulgado através das redes sociais atingirá quem é simpático ao governo e terá efeito mais positivo.

FOTOS 2º DIA DE FESTA DE VAQUEJADA EM POTIRAGUÁ.



É só alegria, muita gente bonita. Hoje tem FRANK AGUIAR.
Aqui deixo um convite a todos vcs. que mim acompanha, próximo ano 2016 venham participar, divertir, dançar, conhecer e fazer novas amizades nesta grandiosa festa.
OBRIGADO A TODOS.