segunda-feira, 27 de julho de 2015

Richard Rasmussen é mordido por jacaré e perde pedaço do dedo

Richard Rasmussen é mordido por jacaré e perde pedaço do dedo


Conhecido por sua relação próxima com os animais, Richard Rasmussem sofreu um acidente durante visita pelo Pantanal e acabou tendo parte de um de seus dedos arrancado por um jacaré.
FAMOSIDADES© Divulgação/Band FAMOSIDADES
O biólogo, que apresenta o "Sábado Animal", na Band, e o "Mundo Selvagem", no NatGeo, ajudava um veterinário a tirar um anzol da boca do animal, quando este "passou o dente" em seu dedo.
"Não doeu nada. Foi muito rápido. É um pedacinho a menos de mim, mas uma história para contar [risos]", detalhou ao jornal "Folha de S.Paulo".

31ª AULA = SUJEITO E PREDICADO



SUJEITO E PREDICADO

Sujeito é o ser de quem se informa algo.


Predicado é a informação propriamente dita projetada sobre o sujeito.


Tipos de Sujeito:

- Sujeito determinado: quando se reconhece a existência do sujeito e o identifica na oração.

Ex.: “A Lua de Londres roubou meu noivo”.


O sujeito determinado pode ser subclassificado em:

Sujeito determinado simples: há apenas um núcleo.

Ex.: A manhã levantou-se nublada.

Sujeito determinado composto: há mais de um núcleo.

Ex.: Pedro e Paulo foram ao mercado.

- Sujeito indeterminado: quando existe um elemento ao qual o predicado se refere, mas não é possível (ou não se quer) identificá-lo.

Ex: ( ? )      Falavam sobre você na reunião.
     sujeito                       predicado


- Sujeito inexistente: quando a informação transmitida pelo predicado não se refere a sujeito algum, temos a oração sem sujeito, essa ocorre com verbos impessoais.

Ex: Choveu durante todo o dia.


Os verbos impessoais mais comuns são:

- haver: no sentido de existir, acontecer e quando indicam tempo passado.

Ex.: Houve poucos acidentes durante o terremoto.

- fazer: quando indicam tempo passado ou fenômeno da natureza.

Ex.: Faz dez dias que não te vejo.

- ser: quando indicam tempo e distância.

Ex.: É dia.

- todos os verbos que indicam fenômenos da natureza (chover, ventar, anoitecer, amanhecer, relampejar, trovejar, nevar, etc.)

Ex.: Trovejou durante a madrugada.

        Nevou durante todo o dia

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Publicado por: Marina Cabral.

"Meus colegas não brincam comigo"

"Meus colegas não brincam comigo"


Investigue os fatos

A única maneira de saber se seu filho está passando por essa situação incômoda é investigando os fatos. Uma dica é informar-se com outras pessoas. A partir daí, o correto é tentar ver qual é a participação do filho nesse cenário, sem olhá-lo como uma vítima.
<p>Se ficou provado que seu filho realmente não tem com quem brincar, informe-se sobre qual atitude dele que não agrada os demais colegas. O passo seguinte é ajudá-lo a modificar esse comportamento, caso ele seja inadequado, e a se reaproximar do grupo. Os pais podem orientar a criança, sugerindo que ela seja mais ativa socialmente, e peça para brincar junto. Ela precisa conseguir falar que quer participar e do que gostaria. Quem sempre espera ser convidado tende a ser esquecido e, muitas vezes, nem é algo proposital. </p>

Modificando comportamentos

Se ficou provado que seu filho realmente não tem com quem brincar, informe-se sobre qual atitude dele que não agrada os demais colegas. O passo seguinte é ajudá-lo a modificar esse comportamento, caso ele seja inadequado, e a se reaproximar do grupo. Os pais podem orientar a criança, sugerindo que ela seja mais ativa socialmente, e peça para brincar junto. Ela precisa conseguir falar que quer participar e do que gostaria. Quem sempre espera ser convidado tende a ser esquecido e, muitas vezes, nem é algo proposital.

<p>Outro aspecto é verificar se a criança é flexível. Ninguém vai querer a companhia de alguém que só quer brincar das próprias brincadeiras o tempo inteiro, sem levar em consideração as vontades das demais pessoas. Crianças muito apáticas, daquelas que “tanto faz”, também tendem a ficar isoladas porque costumam passar despercebidas. Mostre à criança que o comportamento repele as amizades e oriente-a a se comportar de maneira diferente.</p>

Treine a flexibilidade

Outro aspecto é verificar se a criança é flexível. Ninguém vai querer a companhia de alguém que só quer brincar das próprias brincadeiras o tempo inteiro, sem levar em consideração as vontades das demais pessoas. Crianças muito apáticas, daquelas que “tanto faz”, também tendem a ficar isoladas porque costumam passar despercebidas. Mostre à criança que o comportamento repele as amizades e oriente-a a se comportar de maneira diferente.
<p>Até 6 anos, se a criança está rotulada no grupo, um adulto precisa interferir porque ela não tem recursos emocionais para resolver as questões sozinha. A partir dos 6 anos, espera-se que a criança consiga ou seja incentivada a solucionar o problema sozinha.</p> 
 

Hora de intervir

Até 6 anos, se a criança está rotulada no grupo, um adulto precisa interferir porque ela não tem recursos emocionais para resolver as questões sozinha. A partir dos 6 anos, espera-se que a criança consiga ou seja incentivada a solucionar o problema sozinha.
<p>Existe uma fase bem marcante da infância, quando os meninos respiram futebol. E quem não gosta ou não sabe jogar, é colocado para escanteio, literalmente. Num mundo ideal, a forma correta seria explicar à criança que cada uma tem suas preferências e brinca do que quiser, respeitando os demais. No mundo real, e no “país do futebol”, o conselho é tentar uma aproximação. Vale saber o básico, trocar figurinha, candidatar-se a ser o juiz, pedir para assistir. Pode até assumir que é perna de pau, mas quer brincar também. O pertencimento a uma tribo é inerente ao ser humano. O momento favorece o aprendizado de outras questões: ajuda a lidar com frustrações e a provar que não é preciso ser bom em tudo.</p>

Mundo ideal x mundo real

Existe uma fase bem marcante da infância, quando os meninos respiram futebol. E quem não gosta ou não sabe jogar, é colocado para escanteio, literalmente. Num mundo ideal, a forma correta seria explicar à criança que cada uma tem suas preferências e brinca do que quiser, respeitando os demais. No mundo real, e no “país do futebol”, o conselho é tentar uma aproximação. Vale saber o básico, trocar figurinha, candidatar-se a ser o juiz, pedir para assistir. Pode até assumir que é perna de pau, mas quer brincar também. O pertencimento a uma tribo é inerente ao ser humano. O momento favorece o aprendizado de outras questões: ajuda a lidar com frustrações e a provar que não é preciso ser bom em tudo.

<p>Trazer amigos para brincar em casa, independentemente de a criança ser tímida ou não, é um recurso muito interessante. Além de estreitar laços, serve para observar como nosso filho é em grupo, já que ele é bem diferente do jeito que é com a gente, em casa.</p>

 

Amigos à paisana

Trazer amigos para brincar em casa, independentemente de a criança ser tímida ou não, é um recurso muito interessante. Além de estreitar laços, serve para observar como nosso filho é em grupo, já que ele é bem diferente do jeito que é com a gente, em casa.

<p>O papel da escola é agir como um facilitador em momentos difíceis. O entrosamento da classe faz parte das funções da escola. Vale lembrar que a intensidade disso depende, claro, do projeto pedagógico da escola. Mas, de forma geral, todas se preocupam.</p>

Escola ajuda no processo

O papel da escola é agir como um facilitador em momentos difíceis. O entrosamento da classe faz parte das funções da escola. Vale lembrar que a intensidade disso depende, claro, do projeto pedagógico da escola. Mas, de forma geral, todas se preocupam.

Modificando comportamentos

Se ficou provado que seu filho realmente não tem com quem brincar, informe-se sobre qual atitude dele que não agrada os demais colegas. O passo seguinte é ajudá-lo a modificar esse comportamento, caso ele seja inadequado, e a se reaproximar do grupo. Os pais podem orientar a criança, sugerindo que ela seja mais ativa socialmente, e peça para brincar junto. Ela precisa conseguir falar que quer participar e do que gostaria. Quem sempre espera ser convidado tende a ser esquecido e, muitas vezes, nem é algo proposital.

Na Câmara, Cunha monta pauta-bomba

Na Câmara, Cunha monta pauta-bomba

Agência O Globo

Na próxima sessão do Congresso haverá a votação de vetos a projetos com potencial de grande impacto nas contas públicas.© Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados Na próxima sessão do Congresso haverá a votação de vetos a projetos com potencial de grande impacto nas contas públicas.
Após meses de crise constante com o Congresso, o governo pode esperar um segundo semestre ainda mais repleto de obstáculos, ao menos na Câmara. Desde que foi acusado de cobrar propina de US$ 5 milhões para viabilizar contratos com a Petrobras, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reagiu atacando o Executivo e começou a montar uma pauta-bomba para atingir o Palácio do Planalto.
Cunha autorizou a criação das CPIs do BNDES e dos Fundos de Pensão e articula não somente deixar o PT fora do comando dessas comissões como também entregar a presidência ou a relatoria de uma delas à oposição. Outra medida de Cunha foi despachar 12 pedidos de impeachment da presidente Dilma para tê-los prontos para serem analisados pela Câmara.
Além disso, o peemedebista pautou para agosto a votação de todas as prestações de contas do governo, para limpar o caminho para as contas de 2014 de Dilma, em análise no Tribunal de Contas da União.
Haverá ainda, na próxima sessão do Congresso, a votação de vetos a projetos com potencial de grande impacto nas contas públicas, como o que altera o fator previdenciário. Semana passada, Cunha disse haver grande possibilidade deste veto ser derrubado. No Planalto, a maior preocupação é com o projeto que dobra o reajuste do FGTS.
Segundo um ministro, se Cunha pautar a matéria, e conseguir aprová-la, "será um desastre para o governo". Causa preocupação a derrubada de outros vetos, como o do reajuste do Judiciário. Um deles ainda está sendo analisado por Dilma, que tem prazo até o dia 30 para decidir: o da equiparação do aumento do salário mínimo com as aposentadorias.
Cunha admite que será árida a jornada do governo no segundo semestre, mas nega que tenha contribuído para isso. Para ele, as dificuldades se devem mais à baixa popularidade de Dilma e à consequente falta de apoio da base aliada do que propriamente aos temas que a Câmara irá analisar.
— Não é pauta-bomba, é a pauta normal que já existe. O que muda é que a base do governo vai diminuindo à medida que a economia piora e a popularidade diminui. A dificuldade do governo aumenta na medida em que diminui o índice de aprovação. Isso faz a real diferença - disse o presidente da Câmara.
O ímpeto oposicionista de Cunha está sendo considerado excessivo até por deputados de partidos de oposição ao governo, como o DEM e o PSDB.
— Ele vai criar tensões com o governo e mais embaraços. Não vai ter cerimônias nem limites. A oposição pode até comemorar, mas também se preocupa com o lado institucional. É preciso buscar equilíbrio, porque algo de muito grave poderá acontecer nos próximos meses - disse uma parlamentar da oposição.
Na primeira semana de recesso, Cunha continuou a preparar o terreno contra o governo. Condenou a redução da meta do superávit anunciada pelo governo e previu "dias difíceis" até a aprovação do texto.

Paredes de São Francisco são revestidas com composto que repele urina

Paredes de São Francisco são revestidas com composto que repele urina


© Reprodução
Urinar nas ruas de São Francisco acaba de se tornar um negócio arriscado: as paredes por toda a cidade serão pintadas com um composto que repele líquidos e rebate a urina de volta quando alguém tenta fazer xixi numa parede.
Urinar em público é há anos um problema em São Francisco. A cidade baniu o ato em 2002, impondo multas que variam de US$ 50 a US$ 500 a quem for pego fazendo xixi na rua — mas na prática, a solução não fez muito para deter quem se alivia fora do banheiro.
Mas agora uma solução tecnológica promete dar conta do recado. De acordo com o SF Gate, oficiais acabaram de pintar nove paredes da cidade com um composto hidrofóbico que ricocheteia a urina, molhando os sapatos e as calças do infrator.
A mesma tecnologia foi usada nas ruas de Hamburgo, na Alemanha — lá, no entanto, o líquido foi aplicado por moradores do distrito cansados de encontrar urina na rua, e não pelo município, como é o caso de São Francisco. 
Porém, ainda não é claro se a estratégia irá funcionar em São Francisco. O problema de urina nas ruas é provavelmente devido ao grande número de moradores de rua da cidade — e uma vez morando na rua, é compreensível que as opções de banheiro se tornem limitadas. Como recentemente mostrou o City Lab, "Pessoas que urinam na rua geralmente prefeririam urinar em banheiros… se não queremos que eles urinem nas ruas, temos que providenciar alternativas".
No Brasil, o ato de urinar na rua não é crime. O ato de expor partes íntimas que é. Assim, urinar de costas não é crime configurado na Lei 3.688/41, uma vez que não há exposição. No entanto, fazer xixi na rua pode se tornar crime nos casos em que o infrator urina em "edificação ou monumento urbano", de acordo com a Lei n.º 3.688. Crime ou não, a tecnologia seria muito útil em dias de festas nas ruas, como os carnavais no Brasil. 
Foto de capa: Manuel Faisco/Flickr

Impeachment volta para a agenda do Congresso

Impeachment volta para a agenda do Congresso



Impeachment: Protestos anti-Dilma reúnem milhares em São Paulo 
© Fornecido por Estadão Protestos anti-Dilma reúnem milhares em São Paulo
Rejeitada em abril pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e depois abandonada pelo PSDB, a proposta de pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso deve voltar para agenda do Legislativo após o recesso. 
Depois de romper oficialmente com o governo no dia 17, o peemedebista decidiu tirar os pedidos da gaveta e pediu que seus autores ajustassem os documentos dentro das exigências regimentais. O procedimento é incomum. Quando as petições não se enquadram no formato, elas normalmente são remetidas direto ao arquivo. A iniciativa foi a senha para que os grupos de oposição à presidente Dilma Rousseff selassem um pacto informal de não agressão com o presidente da Câmara. 
Apesar de ter sido acusado por um dos delatores da Operação Lava Jato de ter recebido propina, Cunha será poupado nas manifestações contra a corrupção marcadas para o dia 16 de agosto. Em contrapartida, os ativistas esperam que os pedidos de impeachment, agora devidamente formatados e encorpados, sejam acolhidos. 
Se antes negava de forma veemente que não encamparia a tese, agora Cunha faz mistério sobre a possibilidade de usar o expediente como mais um elemento de pressão sobre o Planalto. Segundo um aliado, o presidente da Câmara sinalizou que pode acolher os pedidos depois do recesso e antes das manifestações.
Procurado pela reportagem, Cunha preferiu não comentar.Até agora, 12 documentos foram protocolados na Casa, mas os mais consistentes serão entregues até quinta feira. “Tivemos na sexta-feira uma reunião com o (jurista) Ives Gandra e mudamos nossa argumentação. Acrescentamos pareceres dos juristas Adílson Abreu Dallari e Bernardo Cabral, além dos argumentos do TCU sobre as pedaladas (fiscais)”, diz Carla Zambelli, líder do Nas Ruas e porta-voz da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, coalizão que reúne dezenas de grupos anti-Dilma que estão organizando as manifestações do dia 16. “Não vamos para cima do Cunha no dia 16. Ele tem um papel importante. Nosso foco é o impeachment”, completa. 
O Movimento Brasil Livre (MBL), que se reuniu com Eduardo Cunha depois da marcha ocorrida em maio entre São Paulo e Brasília, também encorpou seu material. “Nos baseamos na tese das pedaladas fiscais. Apresentamos o parecer completo do jurista Adilson Dallari mostrando que a lei do impeachment é de 1950, portanto anterior a reeleição”, afirma Renan Santos, um dos líderes do MBL. 
Desde a gestão do ex-presidente Fernando Collor, um presidente da Câmara não acolhe um pedido de impeachment. Se Cunha romper a “tradição”, os requerimentos serão analisados por uma comissão composta por integrantes de todas os partidos com bancadas da Câmara. 
Entusiasmo
O rompimento de Cunha com o governo e a manifestação do dia 16 reascendeu na bancada do PSDB o entusiasmo com a tese do impedimento. Os tucanos reconhecem que Dilma ainda tem força para vencer em plenário, mas avaliam que os pedidos já seria mais um fator de desgaste. “A crise se agravou e o evento do dia 16 tende a influenciar o que acontecerá no dia 17. Se os pedidos tramitarem, o PSDB da Câmara votará a favor”, afirma o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), líder da minoria. Os deputados tucanos retomaram a campanha pelo impedimento nas redes sociais. 
“Amigos, no dia 16 de agosto vamos voltar às ruas não mais para protestar. Agora vamos pedir o impeachment de Dilma, responsável maior por um governo corrupto, mentiroso e incompetente”, postou no Facebook o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), líder do PSDB na Câmara. “Se ele (Cunha) quisesse arquivar, já teria arquivado. A briga será rua versus plenário”, completa o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), único parlamentar que pediu formalmente o impedimento. / COLABOROU DANIEL CARVALHO

domingo, 26 de julho de 2015

Partidos temem uma nova leva de delações

Partidos temem uma nova leva de delações


O acordo de cooperação firmado com a Suíça e a expectativa de novas delações deixaram em alerta as cúpulas de PT e PMDB. Segundo apurou o Estado, os dois partidos tem que, diante do avanço da Operação Lava Jato rumo ao caminho do dinheiro no exterior, outros operadores do chamado “núcleo político” do esquema de corrupção decidam contar o que sabem em busca da redução de penas.
A quebra dos sigilos bancários de contas mantidas por offshores na Suíça, enviadas por autoridades daquele país, foram consideradas provas cabais do envolvimento de ex-diretores da Petrobrás indicados pelo PT e PMDB no esquema de corrupção e lavagem. Os ex-diretores da Petrobrás Renato Duque (Serviço), Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada (ambos Internacional) são três dos alvos dessas apurações. Os três estão presos preventivamente em Curitiba.
No PT, a maior preocupação diz respeito a Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobrás, e João Vaccari Neto.
Preso desde março, João Vaccari Netto cuidou do pagamento de R$ 4 milhões para o PT, via doações oficiais ao partido e anúncios pagos em editora ligada aos petistas, indica o Ministério Público Federal. No caso do PMDB, a peça-chave para os investigadores da Lava Jato é o lobista e operador de propinas Fernando Antonio Soares Falcão, o Fernando Baiano, preso de dezembro e prestes a ser condenado.