segunda-feira, 20 de julho de 2015

22ª AULA = APOSTO E VOCATIVO




APOSTO E VOCATIVO




Aposto e vocativo são termos que compõem uma oração, o aposto explica, esclarece e acrescenta algo ao sujeito; o vocativo serve para invocar o receptor da mensagem.
Publicado por: Marina Cabral.

Aposto é o termo que, acrescentado a outro termo da oração, explica ou esclarece o sentido de um nome; aparece geralmente separado por vírgulas ou depois de dois pontos.

O aposto pode ser:

- explicativo: Alexandre, presidente do clube, fez a premiação.
- enumerativo: Tocaram duas músicas: um samba e um forró.
- recapitulativo (resumidor): Os atabaques, os tamborins, as cuícas, tudo ficou lá.
- comparativo: “A inflação, monstro devorador dos salários, é sempre uma ameaça...”
- especificativo (esse tipo não se separa por pontuação do nome a que se refere): A escritora Lygia Fagundes Telles lançou mais um conto.

Vocativo é um termo descolado sintaticamente da oração, não pertence nem ao sujeito, nem ao predicado. Ele serve para invocar o receptor da mensagem.

Ex: “... a vida, Luzia, dura só um dia.” (João de Barro)
             vocativo

domingo, 19 de julho de 2015

"País tem uma presidente sitiada e PT é organização criminosa", diz Aécio

"País tem uma presidente sitiada e PT é organização criminosa", diz Aécio


© Fornecido por Notícias ao Minuto
Em uma longa entrevista divulgada hoje pelo diário "Correio Braziliense", o líder do PSDB fala das eleições perdidas para Dilma e diz que foi "uma luta absolutamente desigual".
“Não perdi para um partido político. Perdi para uma organização criminosa que se apoderou do Estado", afirmou na entrevista, na qual falou também da crise política e econômica e das denúncias de corrupção e do conflito entre o governo e o congresso.
"O Brasil tem uma presidente sitiada (...), ela vai para onde? Para ser vaiada?", questionou o político, acrescentando que além das questões econômicas, há as morais e que Dilma Rousseff "mentiu aos brasileiros" para "vencer as eleições" e que isso "vai ficando mais claro" a cada dia.
Depois, advertiu, que o escândalo de corrupção envolvendo a estatal Petrobras não para e está afetando a economia do país.
"A gente fica vendo denúncia disso, denúncia daquilo... amanhã vai prender não sei quem", disse na entrevista, acrescentando que no entanto o que mais fragiliza a presidente é a economia.
"Tem uma crise que permeia todas as outras, estou falando do desemprego, da inflação, dos juros altos. É isso que vai emoldurar tudo aí, que é a crise de confiança hoje no Brasil. Ninguém está investindo", afirmou, acrescentando: "sem confiança você não retoma o crescimento, não administra a base do congresso. Ninguém respeita mais o governo".

MARINA DEFENDE AFASTAMENTO DE DENUNCIADOS

Em artigo, Marina defende afastamento de denunciados


Terceira candidata mais votada na última eleição presidencial, a ex-ministra Marina Silva defendeu em artigo que políticos que forem formalmente denunciados pela Procuradoria-Geral da República se afastem dos cargos. Para ela, o perigo é que políticos usem seus poderes para interferir nas investigações.
"Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem", escreveu Marina em artigo enviado ao blog do jornalista Matheus Leitão, do G1.
A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder. Segundo Marina, por isso "é normal que ele agora tente explicar as denúncias de corrupção que recebe como sendo manipulação dos outros". No entanto, Marina aponta que os que gritam "fora Cunha" querem desviar atenção dos gritos de "fora Dilma".
A fundadora da Rede e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva
André Dusek/Estadão
Marina Silva: A fundadora da Rede e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva© Fornecido por Estadão A fundadora da Rede e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva
Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.
A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros". No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.
No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu.

Parlamentares já pedem afastamento de Eduardo Cunha

Parlamentares já pedem afastamento de Eduardo Cunha


© Fornecido por Notícias ao Minuto
Parlamentares ligados ao governo ou que têm se posicionado contra a atuação de Eduardo Cunha na presidência da Câmara defenderam ontem o afastamento do peemedebista da função, em consequência da acusação de que teria pressionado o lobista Julio Camargo a lhe pagar US$ 5 milhões em propina do esquema de corrupção na Petrobrás. A informação foi dada pelo próprio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato.
O vice-líder do governo na Câmara, Sílvio Costa (PSC-PE), aproveitou os jornalistas reunidos na Casa, logo após uma entrevista coletiva de Cunha, pela manhã, para expor sua posição. "Peço o afastamento temporário de Cunha pela tranquilidade do Parlamento", disse. O deputado afirmou que vai procurar juristas para saber se "cabe um impeachment" do peemedebista.

'Desapego'

Depois de explicar que falava por si, e não pelo governo, Costa disse que Cunha "perdeu as condições morais de ficar à frente da Câmara", mesmo tendo a seu favor a presunção legal de inocência. Para o vice-líder, se afastasse do cargo, o peemedebista mostraria que "não tem apego ao poder".
Costa afirmou que a Câmara destituiu Severino Cavalcanti (PP-PE) do cargo por "muito menos". Em 2005, Cavalcanti renunciou em meio a denúncias de recebimento de um "mensalinho" pela concessão de um restaurante da Casa.
Além do vice-líder do governo, a bancada do PSOL defendeu a mesma medida. Em nota intitulada "Eduardo Cunha deve se afastar", o partido disse ser "inaceitável que se confundam denúncias feitas contra Eduardo Cunha e Renan Calheiros (do PMDB alagoano e presidente do Senado) como um ?ataque ao Congresso Nacional?".
"Cada parlamentar e seu partido têm que responder pelas acusações que eventualmente sofram. Eduardo Cunha não tem direito de confundir suas posições e ódios com a função que ocupa institucionalmente de presidente da Câmara dos Deputados", afirmou a nota do PSOL, cujos deputados estão entre os que mais se opõem à pauta tocada pelo peemedebista em sua gestão na Casa.
"A confusão deliberada que Cunha produz, à guisa de defesa, evidencia sua incompatibilidade entre a função de presidente da Casa, que exige equilíbrio e postura de magistrado, e a condição de investigado na Operação Lava Jato."
Na nota, a bancada do PSOL disse que, "não havendo expectativas no gesto de grandeza que seria ele próprio licenciar-se temporariamente", os parlamentares do partido seguirão fazendo essa cobrança. Com informações do Estadão Conteúdo.

Lula fez lobby para a Odebrecht no exterior

Documentos mostram que Lula fez lobby para a Odebrecht no exterior

Agência O Globo 
 

BRASÍLIA — Telegramas diplomáticos trocados entre chefes de postos brasileiros no exterior e o Ministério das Relações Exteriores, entre 2011 e 2014, indicam que as atividades do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor do grupo Odebrecht no exterior foram além da contratação para proferir palestras, diferentemente do que o petista e a construtora têm sustentado. Os documentos apontam que Lula, em pelo menos duas ocasiões, atuou para beneficiar a Odebrecht — uma delas, com pedido expresso para que o primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, desse atenção aos interesses da companhia num processo de privatização naquele país. Em outra, Lula atuou na prospecção para aperfeiçoamento da matriz energética cubana relacionada a Mariel, onde a empreiteira construiu um porto com recursos do BNDES. Na época, Cuba buscava financiamento externo para um ambicioso programa de modernização na área.
Liberados na última quinta-feira pelo Itamaraty a partir de pedido por meio da Lei de Acesso à Informação, os documentos descrevem, ainda, encontros de Lula em Cuba, sempre em companhia de altos representantes da construtora. Em uma das visitas à ilha, ele foi recepcionado no hotel pelo presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e pelo ex-ministro José Dirceu. Por meio da assessoria de imprensa de seu instituto, o ex-presidente Lula negou que tenha recebido de qualquer empresa para “dar consultoria, fazer lobby ou tráfico de influência”. A Odebrecht também negou ter usado serviços de Lula para tentar obter contratos.
Lula é investigado pela Procuradoria da República do Distrito Federal por suposto crime de “tráfico de influência em transação comercial internacional”, incluído no Código Penal em 2002. O tipo penal caracteriza como crime “solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, vantagem ou promessa de vantagem a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. A pena prevista (2 a 5 anos de prisão) pode ter aumento de 50%, se o beneficiário da vantagem for estrangeiro. A legislação tem como origem uma convenção internacional de 1997, da qual o Brasil é signatário, com objetivo de combater a corrupção no comércio internacional.
A movimentação do ex-presidente a favor da Odebrecht em Portugal é relatada em dois telegramas. Em 25 de outubro de 2013, o embaixador brasileiro em Lisboa, Mario Vilalva, enviou comunicado abordando a visita de Lula a Portugal, ocorrida entre os dias 21 e 23 daquele ano. O diplomata deixou claro que a visita do ex-presidente se deu em razão de convite da Odebrecht, por conta dos 25 anos de presença da construtora brasileira em Portugal. Na descrição da agenda de Lula em Lisboa, o embaixador narrou que, no dia 22 de outubro, à tarde, o petista “encontrou-se com empresários brasileiros, dentre os quais o dr. Emílio Odebrecht”.
Menos de sete meses depois, em outro telegrama, Vilalva, em 2 de maio de 2014, fez uma análise sobre a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), que encontrava resistência por parte de alguns municípios portugueses que, na avaliação do embaixador, havia gerado pouco resultado. Após descrever como estava o processo, o diplomata observou que as empresas brasileiras Odebrecht e Solvi, em parceria com o grupo português Visabeira, demonstraram interesse pela EGF, o que gerou simpatia dos formadores de opinião em Portugal. O diplomata registrou a ação direta de Lula em favor da Odebrecht.
“Repercutiu positivamente na mídia recente declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à RTP no dia 27/04 último, no sentido de que o Brasil deve se engajar mais ativamente na aquisição de estatais portuguesas. O ex-presidente também reforçou o interesse da Odebrecht pela EGF ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que reagiu positivamente ao pleito brasileiro”, informou o diplomata.
Lula, de fato, deu uma entrevista à televisão portuguesa, falando dos 40 anos da Revolução dos Cravos e abordando vários temas, inclusive defendendo maior participação de empresas brasileiras nas privatizações conduzidas em Portugal — mas sem citar nenhuma empresa especificamente. A gestão a favor da Odebrecht, pelo que se depreende do comunicado emitido pelo diplomata, foi feita em caráter privado ao primeiro-ministro português. Segundo site do Instituto Lula, o ex-presidente se encontrou com Passos Coelho no dia 24 de abril. Eles teriam falado apenas da situação econômica mundial e da Copa no Brasil.
Na ocasião do telegrama, a empreiteira brasileira era uma das sete que tinham manifestado oficialmente interesse no negócio. Dois meses depois, porém, a Odebrecht não formalizou proposta. A EGF acabou vendida por 149,9 milhões de euros para a Suma, consórcio entre as empresas Mota e Engil.

EM CUBA, RECEBIDO POR MARCELO ODEBRECHT

O encarregado de negócios brasileiros em Cuba, Marcelo Câmara, num telegrama de 3 de março de 2014, informou sobre a visita que Lula fez à ilha entre 24 e 27 de fevereiro do mesmo ano. Resumo da mensagem: “Tema central de suas interlocuções foi a prospecção de iniciativas para aperfeiçoamento da matriz energética à zona especial de Mariel, e o reforço da cultura de soja no país”. Nessa viagem, “em atendimento a convite do governo local e com apoio do grupo COI/Odebrecht”, como descreve o documento, Lula foi acompanhado, entre outros, do senador Blairo Maggi (PR-MT) e do ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, que deixou o governo em 2007 acusado de receber propina para favorecer empresas com obras federais.
Os comunicados da diplomacia brasileira demonstram ainda que Lula também atuou para abrir as portas do BNDES a países africanos, embora não fique claro se houve ligação direta com a Odebrecht. Em comunicado enviado da sede do ministério para a representação brasileira no Zimbábue, há a descrição de que o ex-presidente solicitou que o embaixador daquele país fosse recebido no banco de fomento. A reunião teria ocorrido em 3 de maio de 2012.
Na lista de financiamentos de obras e serviços no exterior divulgada pelo BNDES não consta nenhum financiamento para a atuação de empresas brasileiras no Zimbábue, mas em 2013 por meio do Ministério de Desenvolvimento Agrário foram liberados recursos (US$ 98 milhões) para aquele país no âmbito do programa Mais Alimentos Internacional. Desde 1980, o Zimbábue é governado pelo ditador Robert Mugabe.
Os documentos do Itamaraty registram ainda outras viagens de Lula a Cuba. Em junho de 2011, ele foi recebido por Marcelo Odebrecht e por José Dirceu. “Em sua chegada ao hotel, Lula recebeu os cumprimentos do Senhor José Dirceu e do empresário Marcelo Odebrecht, Diretor-Presidente daquela construtora”, registrou o encarregado de negócios em Cuba na ocasião, Albino Poli Jr., em telegrama enviado para o ministério.
Marcelo está preso em Curitiba há um mês, após ser detido na fase “Erga Omnes” da Operação Lava-Jato. Dirceu está em prisão domiciliar por sua condenação no mensalão e já foi mencionado na Lava-Jato por alguns delatores como beneficiário de propina por meio de sua empresa de consultoria. Na visita em que fez na companhia deles a Cuba, o ex-presidente se reuniu com Raúl e Fidel Castro. Pelo relato do telegrama, Marcelo ficou fora das duas reuniões, enquanto Dirceu acompanhou Lula apenas na conversa com Raúl.
O ex-presidente teve ainda outra viagem ao país dos irmãos Castro associada à Odebrecht. Conforme revelado pelo GLOBO, Lula esteve no país em janeiro de 2013 com as despesas pagas pela empreiteira. Alexandrino Alencar, então diretor de Relações Institucionais da empresa, chegou no mesmo jatinho no qual viajou o ex-presidente. Alencar também foi preso na Lava-Jato no mês passado e deixou a empreiteira.

21ª AULA = FIGURAS DE LINGUAGEM - PARTE III



FIGURAS DE LINGUAGEM - PARTE III

Publicado por: Marina Cabral
Figuras de pensamento

As figuras de pensamento são resultados de uma divergência entre o sentido literal de uma palavra e os intentos que levam alguém a utilizá-las em determinado contexto, além de exaltar uma idéia que se quer evidenciar ou diminuir.

São divididas em:

- Antítese: consiste em colocar em evidência idéias contrárias, utilizando palavras ou expressões de sentido oposto.
Exemplo: “Tristeza não tem fim
                   Felicidade sim (...)” (Vinícius de Moraes)

- Paradoxo: engloba ao mesmo tempo duas idéias opostas.
Exemplo: “Amor é fogo que arde sem se ver;
                   È ferida que dói e não se sente!
                   É um contentamento descontente;
                   É dor que desatina sem doer;” (Camões)

- Ironia ou Antífrase: consiste em usar alguma palavra ou expressão com um sentido distante do literal, visando a ridicularização ou a sátira.
Exemplo: “Uma moça nossa vizinha dedilhava admiravelmente mal ao piano alguns estudos de Lizt.” (Murilo Mendes).

- Hipérbole: consiste no uso exagerado de uma idéia.
Exemplo: “Eu te pedi um milhão de vezes para não deixar a toalha na cama.”

- Apóstrofe: consiste na interpelação emotiva de pessoas ou coisas personificadas.
Exemplo: “Senhor Deus dos desgraçados!
                   Dizer-me vós, Senhor Deus!
                   Se é loucura... se é verdade
                   Tanto horror perante os céus?!”
                                                   (Castro Alves, Navio Negreiro)

- Eufemismo: consiste em suavizar uma expressão desagradável ou excessivamente forte.
Exemplo: “Casara-se havia duas semanas. Por isso, em casa dos sogros, a família resolveu que ele é que daria cabo do canário.” (Carlos Drummond de Andrade)
(dar cabo = matar)

- Gradação: seqüência de palavras que intensificam uma idéia.
Exemplo: “Vive só para mim, só para a minha vida, só para meu amor.” (Olavo Bilac)

- Prosopopéia: consiste em atribuir qualidades animadas a seres inanimados.
Exemplo: “Quando os sons dos violões vão soluçando,
                   Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
                   E vão dilacerando e declinando,
                   Rasgando as almas que nas sombras tremem.”
                                                                        (Cruz e Sousa)
- Onomatopéia: figura pela qual o som da palavra lembra a coisa representada.
Exemplo: cof!cof!, splash!, pow!, crash!, zunzum

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Veja 10 sinais de que o carinha não está tão afim de você!

Amor não correspondido? Veja 10 sinais de que o carinha não está tão afim de você!


Não insista em desperdiçar seu carinho e afeto com quem não te quer, siga as dicas e confira porque você deve seguir em frente!
O amor é uma coisa bem complicada, não é verdade? E o pior de tudo é quando você gosta muito de alguém e quer estar o tempo todo com aquela pessoa, mas ela na verdade não corresponde nem um pouco dos seus sentimentos. A Ludmilla passa por isso no single "Não Quero Mais", onde se envolve com um carinha que não está nem aí pro coração partido dela. Por isso, ela acaba decidindo que tem que seguir em frente e esquecer esse homem que não merece nem pensamentos carinhosos.
E, se você também está passando por essa situação tão dolorosa, o Purebreak resolveu te ajudar a sair desse limbo e perceber que chegou o momento de olhar pro futuro e investir em coisas novas para a sua vida. É difícil? Com certeza, mas você prefere ficar chorando pelos cantos ou quer dar chance pra mais alguém se aproximar? Então vem com a gente e chega de sofrência!
Sempre inventa desculpas
Ele nunca te procura
Ele fala de outras pegações com você
Ele te evita
Ele demora pra te responder ou nem responde
Ele não te elogia mais
Ele não te apresenta pros amigos
Ele fica tentando arranjar um peguete pra você
Ele não se interessa pela sua vida
Ele inventa qualquer motivo pra brigar com você e te afastar