terça-feira, 16 de junho de 2015

ASTRONAUTA POSTA FOTO DE ‘LUGAR MAIS AZUL DO MUNDO’;

Astronauta posta foto de ‘lugar mais azul do mundo’; saiba onde fica


Foto do lago Cuo Womo, tirada a 400 quilômetros de altura.  
© Foto: Fornecido por BBC Foto do lago Cuo Womo, tirada a 400 quilômetros de altura.
"Esse lago no nordeste do Himalaia parece o lugar mais azul do mundo visto da Estação Espacial Internacional", escreveu o astronauta americano Scott Kelly em sua conta no Twitter.
E a foto que acompanha o comentário mostra uma massa de água em forma de coração de um azul tão brilhante que parece modificado pelo Photoshop ou outro programa de edição de imagens. É uma foto do lago Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo, e o astronauta não mexeu nem um pouco nela – o lugar é simplesmente assim.
O lago, com o comprimento máximo de sete quilômetros e uma área de 22 quilômetros quadrados se encontra a 4.970 metros de altitude em Rikaze, uma região praticamente despovoada no Tibete.
A água dele vem do escoamento da água da chuva que escorre das montanhas ao redor.
Não chove muito naquela área (300 litros por metro quadrado), mas a temperatura fria, com uma média anual de 2 °C, ajuda na conservação da água.
E a forma como ele absorve radiações do sol é o que dá a esse lago sua cor particular.
Costa de Fortaleza vista do espaço. © Foto: Fornecido por BBC Costa de Fortaleza vista do espaço. O astronauta da Nasa Scott Kelly, também engenheiro e capitão aposentado da Marinha dos Estados Unidos, é um veterano de missões espaciais.
Esse é seu terceiro 'passeio' para além da estratosfera. Em março deste ano, chegou à Estação Espacial Internacional (EEI), mas não era a primeira vez que entrava no centro de pesquisa a 400 km da Terra, que percorre a órbita terrestre a 28 mil km/h.
Já entre 26 de novembro de 2010 e 16 de março de 2011, ele havia comandado uma missão na estação, com participação da Nasa, da Agência Espacial Europeia (ESA na sigla inglesa) e das agências espaciais da Rússia, Canadá e Japão.
Dessa vez, ele se propôs a encontrar o lugar mais azul do planeta e compartilhá-lo nas redes sociais.
Revisando as imagens que colocou em sua conta do Twitter (@StationCDRKelly), não foi só em Cuo Womo que encontrou um azul tão intenso.
Ilhas que Scott Kelly fotografou, mas não descreveu a localização. © Foto: Fornecido por BBC Ilhas que Scott Kelly fotografou, mas não descreveu a localização.
Pela hashtag #YearInSpace, Scott Kelly compartilhou imagens de vários pontos da Terra vistos do espaço que também têm a cor azul bastante intensa, como o lago no Tibete.
Como por exemplo uma ilha que ele não identificou, sobre a qual disse: "É o azul do nosso mármore azul."
A costa de Fortaleza também aparece com azul marcante vista do espaço. Assim como o Mar da China Meridional, onde estão construindo ilhas artificiais, ou as águas que rodeiam Honolulu, no Havaí.
Outro registro de ilha vista do espaço. © Foto: Fornecido por BBC Outro registro de ilha vista do espaço. Mas ainda que tenha se proposto a encontrar o lugar mais azul do planeta, Scott Kelly não se limitou a essa cor.
Ele compartilha frequentemente imagens com um verde intenso, como o dos campos do sudeste asiático, um tom que, segundo ele, aparece timidamente, mas cada vez com mais frequência nos desertos.
Outra cor retratada por ele é o vermelho forte da terra, como o que predomina na África, continente "bonito e diverso", como descreveu o astronauta.

PAPEL PAREDE





7ª AULA=SÍLABAS



SÍLABAS

Sílaba é a unidade ou grupo de fonemas emitidos num só impulso da voz.

Divisão silábica

A fala é o primeiro e mais importante recurso usado para a divisão silábica na escrita.

Regra geral:

Toda sílaba, obrigatoriamente, possui uma vogal.

Regras práticas:

Não se separam ditongos e tritongos.
Exemplos: mau, averiguei.

Separam-se as letras que representam os hiatos.
Exemplos: sa-í-da, vo-o...

Separam-se somente os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc.
Exemplos: pas-se-a-ta, car-ro, ex-ce-to...

Separam-se os encontros consonantais pronunciados separadamente.
Exemplo: car-ta.

Os elementos mórficos das palavras (prefixos, radicais, sufixos), quando incorporados à palavra, obedecem às regras gerais.
Exemplos: de-sa-ten-to, bi-sa-vô, tran-sa-tlân-ti-co...

Consoante não seguida de vogal permanece na sílaba anterior. Quando isso ocorrer em início de palavra, a consoante será anexa à sílaba seguinte.
Exemplos: ad-je-ti-vo, tungs-tê-nio, psi-có-lo-go.

A - MOR
   A palavra amor está dividida em grupos de fonemas pronunciados separadamente: a - mor. A cada um desses grupos pronunciados numa só emissão de voz dá-se o nome de sílaba. Em nossa língua, o núcleo da sílaba é sempre uma vogal: não existe sílaba sem vogal e nunca há mais do que uma vogal em  cada sílaba. Dessa forma, para sabermos o número de sílabas de uma palavra, devemos perceber quantas vogais tem essa palavra. Atenção: as letras i e u (mais raramente com as letras e e o) podem representar semivogais. 
Classificação das Palavras quanto ao Número de Sílabas
1) Monossílabas: possuem apenas uma sílaba.
Exemplos: mãe, flor, lá, meu
2) Dissílabas: possuem duas sílabas.
Exemplos:
ca-fé, i-ra, a-í, trans-por
3) Trissílabas: possuem três sílabas.
Exemplos:
ci-ne-ma, pró-xi-mo, pers-pi-caz, O-da-ir
4) Polissílabas: possuem quatro ou mais sílabas.
Exemplos:
a-ve-ni-da, li-te-ra-tu-ra, a-mi-ga-vel-men-te, o-tor-ri-no-la-rin-go-lo-gis-ta

Divisão Silábica
Na divisão silábica das palavras, cumpre observar as seguintes normas:
a) Não se separam os ditongos e tritongos.
Exemplos:
foi-ce, a-ve-ri-guou
b) Não se separam os dígrafos ch, lh, nh, gu, qu.
Exemplos: cha-ve, ba-ra-lho, ba-nha, fre-guês, quei-xa
c) Não se separam os encontros consonantais que iniciam sílaba.
Exemplos:
psi-có-lo-go, re-fres-co
d) Separam-se as vogais dos hiatos.
Exemplos: ca-a-tin-ga, fi-el, sa-ú-de
e) Separam-se as letras dos dígrafos rr, ss, sc, sç xc.
Exemplos:
car-ro, pas-sa-re-la, des-cer, nas-ço, ex-ce-len-te
f) Separam-se os encontros consonantais das sílabas internas, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r.
Exemplos:
ap-to, bis-ne-to, con-vic-ção, a-brir, a-pli-car.

6ª AULA=A DIFERENÇA ENTRE DÍFONOS E DÍGRAFOS.



A DIFERENÇA ENTRE DÍFONOS E DÍGRAFOS.


Assim como temos na língua portuguesa o fenômeno do dígrafo, onde duas letras representam um som, é natural que haja também sua contraparte, o dífono (combinação de di = dois e fono = som), onde um grafema expressa dois fonemas. São as duas dimensões da linguagem em evidência, a escrita, e no caso do dífono, a oral.
Assim, temos este fenômeno nos casos onde a boca pronuncia dois sons, mas no momento destes dois sons serem registrados no papel, eles são representados por um só letra.
Aparentemente, o fenômeno dífono não atrai muito interesse dos estudiosos da língua. Na verdade, o português está repleto de exemplos do caso diametralmente oposto, o dígrafo, o que, sob um certo aspecto demonstra a “burocracia ortográfica” que reina dentro da língua, que sempre manifestou a tendência de acumular letras em cima de simples fonemas. No que pese a forma como a língua surgiu, é notável a acumulação de letras para se representar sons simples do idioma. Exemplo típico pode ser encontrado, por exemplo em termos como “farmácia”, cuja grafia anterior era “pharmácia”. Ainda pior é o exemplo do substantivo “Niterói”, que, no início do século XX era grafado “Nichtheroy”.
Para se ter uma compreensão verdadeira do fenômeno do dífono, é sempre importante que a pessoa tenha ao menos um conhecimento relativo do funcionamento da fonética, o ramo da linguística que estuda a natureza física da produção e da percepção dos sons da fala humana, concentrando-se na parte significante do signo linguístico, sem levar em conta o seu conteúdo. Se assim não fosse, o leitor poderia imaginar que algumas dessas palavras estudadas mais adiante possam ser trífonos ou outra coisa qualquer.
No português atual, os casos de dífonos se resumem praticamente aos relacionados com a letra x, quando esta corresponde a fonema “ks”
Exemplos:
Foneticamente, teremos
  • Sekso – e não sequisso ou sequiço
  • Taksi – e não taquissi ou taquici
  • Tóksico – e não tóchico, tóquicico ou tóquissico
O mesmo ocorre com algumas palavras que possuem “x” no final:
  • Látex – foneticamente, temos láteks – portanto, dífono
  • Sílex – foneticamente, temos síleks – portanto, dífono
  • Tórax– foneticamente, temos tóraks – portanto, dífono
Não deixa de ser importante chamar a atenção para possíveis confusões que possam surgir, em relação a outras palavras, que também usam o “x”. Exemplos como mexer ou enxugar não são dífonos, pois o seu “x” não é uma substituição do fonema “ch”. Aqui, o “x” está representando a si próprio foneticamente. Aliás, a combinação “ch” é uma forma desenvolvida particularmente dentro da língua portuguesa.
Atenhamo-nos a alguns vocábulos, cujas pronúncias devem ser realizadas com o duplo fonema KS:
TÁXI – taKSi
FIXAÇÃO – fiKSação
NEXO – neKSo
SEXO – seKSo
OXIGÊNIO – oKSigênio
Outros vocábulos são pronunciados ora de forma correta, ora de forma inadequada. Como exemplo, apresento os seguintes vocábulos:
LÁTEX – láteKS – não se deve pronunciar o X com som de S (lates)
TÓXICO – tóKSico – não se deve pronunciar o X com som de CH (tóchico)
Entendamos a diferença do dígrafo para o dífono. O dígrafo é a apresentação de duas letras para a representação sonora de apenas um som (um fonema).
O dífono é o inverso. Apresenta apenas uma letra, no caso a letra X, para a representação sonora de dois sons (dois fonemas). A letra X passa a ter som de KS ou CS.
Os dígrafos podem ser classificados como:
Consonantais – LH – CH – NH– RR – SS – SC – SÇ – XC –QU – GU
Trabalho – Chamuscar – Desenho – Terral – Possessivo – Crescer – Nasça – Excesso – Queijo – Guerra.
Vocálicos – AM – AN – EM – EN – IM – IN – OM – ON – UM – UN Campestre – Tanga – Temporal – Centro – Simpático – Singelo – Comboio – Cônsul – Álbum – Abundância.
Muito bem, amigo leitor, ficou ciente de que já não terá mais dificuldades em perceber, em determinados vocábulos, a presença de um dígrafo ou de um dífono, ficou também clara a distinção entre dígrafo e dífono.

5ª AULA = DÍGRAFO

O que é Dígrafo:

Dígrafo é o encontro de duas letras que ao serem pronunciadas emitem um único fonema. São exemplos de dígrafos: nascer, morrer, chorar, isso, aquilo.
A palavra "dígrafo" tem origem grega, sendo formada pela junção dos termos di (dois) + grafo (escrever). Em outras línguas, podem existir trígrafos (três letras) ou quadrígrafos (quatro letras). Por exemplo, na Língua Alemã, "tsch" (Deutschland) representa apenas um som.
Na Língua Portuguesa, os dígrafos são classificados em Vocálicos (encontro de duas letras que formam um som de vogal) e Consonantais (encontro de duas letras que formam um som de consoante).

Exemplos de Dígrafos Vocálicos

am: ambíguo, campeão
an: antítese, manto
em: lembrança, tempo
en: vento, senta
im: impureza, símbolo
in: interior, síntese
om: sombra, pompa
on: ontem, conto
um: tumba, cumprimento
un: fundo, tonto, mundo

Exemplos de Dígrafos Consonantais

lh: soalho, migalha
nh: tenho, vinho
ch: chegar, achatado
rr: jarro, corrimão
ss: massa, passeio
qu e gu (seguidos de e ou i): quente, quiromancia
sc: ascender, crescer
: cresço, desço
xc: excelente, excessivo
xs: exsudar, exsicar
É importante salientar que para haver um encontro consonantal, as duas consoantes devem possuir dois sons distintos. Exemplo: letra (som de t e som de r). Caso apresentem apenas um som, já vimos que são dígrafos. Exemplo: achatado (som de x).

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