segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Saiba como remover corretamente a maquiagem da área dos olhos


NIVEA

Na hora de remover a maquiagem dos olhos é preciso ter paciência e suavidade. 
© Foto: Shutterstock Na hora de remover a maquiagem dos olhos é preciso ter paciência e suavidade. Toda mulher sabe o quanto é importante tirar a maquiagem do rosto todo antes de dormir, mas a região dos olhos merece atenção especial. Com o uso diário de sombras, máscaras de cílios, delineadores e a exposição da região à poluição do dia a dia, a área acumula impurezas que só podem ser totalmente removidas com produtos específicos. A limpeza correta ajuda a evitar problemas sérios como alergia, conjuntivite e blefarite, uma inflamação da pele na região das pálpebras.
Antes de fazer a limpeza é importante escolher um produto específico para os olhos e que seja adequado para a pele fina e frágil desta área. Os demaquilantes de olhos hipoalergênicos e as fórmulas bifásicas são mais indicados, pois removem por completo a maquiagem sem danificar a região.

Removendo a maquiagem

Com um algodão embebido em demaquilante, faça movimentos leves e circulares de dentro para a fora da pálpebra, o que facilitará a remoção da maquiagem. É importante fazer os movimentos nesse sentido para ativar a circulação sanguínea e evitar olheiras e outros inchaços.
Tenha cuidado ao retirar a máscara de cílios. Na hora de removê-la, não esfreque o algodão contra os olhos. É importante retirar a máscara com delicadeza, pois a fricção e o atrito podem arrancar, quebrar ou enfraquecer os cílios. Suavemente, faça movimentos de cima para baixo, como se estivesse penteando os fios, e jamais puxe-os.
O traço do delineador ou do lápis de olho são difíceis de remover completamente. Assim, deixe o algodão de lado, e invista em uma haste flexível com algodão na ponta. Basta umedecer a ponta de algodão no demaquilante e apagar o traço rente aos cílios.

E a máscara à prova d'água?

A dica principal é: não abuse da máscara de cílios à prova d'água. Este produto possui um adesivo na sua composição que faz com que a máscara fixe mais nos fios, o que dificulta a remoção do produto. Dê preferência à versão comum no dia a dia, que possui uma fórmula mais leve e sai com mais facilidade.
Uma boa opção para retirar as máscaras à prova d'água são os demaquilantes bifásicos, já que o óleo contido em sua fórmula quebra as propriedades da maquiagem, fazendo com que o produto saia com mais facilidade.

Depois do demaquilante, vem o hidratante

Removida a maquiagem é a hora de fazer uma limpeza mais profunda no rosto com água e sabonete específico para cada tipo de pele. Isso ajuda a remover resíduos de maquiagem dos olhos que podem ter escorrido pelo rosto.
Depois, passe um tônico que, além de complementar a limpeza e regular o pH natural da pele, também melhora a ação do hidratante que vem em seguida. A pele desidratada é mais propensa a pequenas lesões cutâneas que acabam contribuindo para o envelhecimento precoce.
Ainda ficou com dúvidas? Entre em contato com a NIVEA no  http://www.nivea.com.br/Sobre-nos/beiersdorf/Contato

As diferenças nos direitos de estagiários e de empregados


*Resposta de Marcelo Mascaro Nascimento, sócio do escritório Mascaro Nascimento Advocacia Trabalhista e diretor do Núcleo Mascaro
O contrato de estágio possui a finalidade de formar profissionalmente o estagiário. Por tal razão ele só é válido se for celebrado termo de compromisso entre o estagiário, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino.
Atendida essa formalidade, o contrato de estágio difere da relação de emprego em vários aspectos. Em primeiro lugar, o estagiário não recebe salário e, sim, uma bolsa acrescida de auxílio-transporte - ambos facultativos, quando se trata de estágio obrigatório pela instituição de ensino.
A cada 12 meses o estagiário deverá ter ainda um recesso renumerado de 30 dias, se o estágio tiver a duração de pelo menos um ano. Nos contratos com duração inferior a 12 meses, o recesso deverá ocorrer de forma proporcional. Além disso, é direito dos estagiários a contratação de seguro com cobertura para acidentes pessoais.
Geração Z: eles olham para a geração Y como referência do que não fazer, segundo especialista© Getty Images Geração Z: eles olham para a geração Y como referência do que não fazer, segundo especialista
Por outro lado, em razão de não ser uma relação de emprego, o estagiário não possui uma série de direitos concedidos aos empregados, tais como terço de férias, 13º salário, FGTS, indenização de 40% do FGTS no caso de dispensa sem justa causa, aviso prévio e contribuição para o INSS.
Por fim, o estagiário tem a jornada de trabalho limitada a 4 horas diárias e 20 horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental e a 6 horas diárias e 30 horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular, sendo vedada, em qualquer hipótese, a realização de horas extras.

Cunha devolve pedido de impeachment de Dilma para fundador do PT ajustar, diz Folha


InfoMoney

Com isso, o pedido do jurista entra no mesmo grupo dos outros 12 pedidos protocolados anteriormente, todos mandados de volta a seus autores (Reprodução/Facebook) 
© Reprodução/Facebook Com isso, o pedido do jurista entra no mesmo grupo dos outros 12 pedidos protocolados anteriormente, todos mandados de volta a seus autores
SÃO PAULO - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), devolveu ao jurista e fundador do PT, Hélio Bicudo, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo informações da coluna Painel da Folha de S. Paulo, Cunha disse ter feito isso por uma "questão de requisitos formais". O prazo para que Bicudo ajuste o texto é de dez dias.  
Com isso, o pedido do jurista entra no mesmo grupo dos outros 12 pedidos protocolados anteriormente, todos mandados de volta a seus autores. 
Um técnico da Câmara ouvido pela Folha disse que há diversos problemas nos pedidos, tais quais reconhecimento de firma em assinaturas, falta de documentos e de comprovação de que os autores estão em dia com a Justiça Eleitoral.
Apesar da rejeição, os pedidos devem chegar ao plenário da Câmara, sendo que a Frente Parlamentar pró-Impeachment já se organizou para apresentar um recurso caso Cunha decida arquivar os processos.

Governo anuncia novos cortes e aumentos de impostos


 
© Leo Cinezi/SXC
São Paulo - O governo federal anunciou hoje um ajuste de R$ 64,9 bilhões no Orçamento de 2016 entre corte de gastos e aumento de receita, número antecipado pela Reuters.
O objetivo do governo é reverter o déficit primário apresentado inicialmente na proposta orçamentária de 2016 (de R$ 30,5 bilhões, ou 0,5% do PIB) e garantir um superávit primário equivalente a 0,7% do PIB.
As medidas para atingir um saldo primário de R$ 34,4 bilhões incluem cortes no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e no Minha Casa, Minha Vida, revisão de benefícios para setores e a volta da CPMF.
São R$ 26 bilhões em cortes, R$ 5,9 bilhões em receita pela "redução do gasto tributário", R$ 6 bilhões em realocação de fontes de receita e R$ 28,4 bilhões em novas medidas arrecadatórias.
Com o anúncio, o dólar está tendo sua maior queda em um mês, de volta para R$ 3,81.
Gastos
R$ 26 bilhões são em cortes. Foram anunciados adiamento do reajuste de servidores (corte de R$ 7 bilhões), suspensão de concursos públicos (corte de R$ 1,5 bilhão) e eliminação do abono de permanência (corte de R$ 1,2 bilhão).
Também serão feitas renegociação de contratos (corte de R$ 1,6 bilhão), estabelecidos limites para gastos com servidores (corte de R$ 0,2 bilhão), além de redução de ministérios e de cargos de confiança.
O Minha Casa Minha Vida terá corte de R$ 4,8 bilhões, com proposta de redirecionamento de recursos do FGTS para cobrir o buraco.
Há também previsão de redução de R$ 3,8 bilhões nos gastos discricionários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a proposta de que este valor seja compensado pelo redirecionamento do gasto com emendas parlamentares obrigatórias já previstas no Orçamento.
Outra redução é no R$ 3,8 bilhões nas despesas discricionárias com saúde, seguindo o mínimo constitucional com o redirecionamento do gasto obrigatório de emendas parlamentares individuais para os programas prioritários do ministério.
O gasto com subvenção de garantia de preços agrícolas seria revisado dos R$ 1,1 bilhão previstos para R$ 600 milhões, a média dos últimos 4 anos.
Tabela mostra gastos que serão cortados pelo governo.© Foto: Exame.com Tabela mostra gastos que serão cortados pelo governo.

Receitas

Falando em seguida, o ministro da Fazenda Joaquim Levy citou medidas de "redução do gasto tributário", com revisão de benefícios para setores específicos, o que traz um ganho de R$ 5,8 bilhões de receita.
No caso do Reintegra, para exportadores, há ganho para o governo de R$ 2 bilhões com revisões. A redução de benefícios de PIS/Cofins para a indústria química traz R$ 0,8 bilhão e o aumento da CSLL para juros sobre capital próprio traz R$ 1,1 bilhão.
Está prevista uma redução temporária de 30% no repasse das alíquotas para o Sistema S e Sebrae nos próximos 4 anos, gerando R$ 6 bilhoes para o governo em 2016. É uma "nova fonte para a previdência sem aumento da carga tributária", disse Levy.
A volta da CPMF foi incluída conjuntamente com uma redução do IOF, o que traz R$ 32 bilhões em arrecadação. Levy mencionou um vigência para o imposto de 4 anos destinada integralmente para diminuir o déficit da Previdência Social.
O ministro Barbosa disse que o governo está enfrentando a questão do déficit de Previdência e citou como prova a revisão das regras de pensão por morte já aprovadas.
Também foi proposta uma tributação progressiva sobre ganho de capital, com ganho previsto de R$ 1,8 bilhão no ano que vem. A revisão de projeções macroeconômicas para baixo significou R$ 5,5 bilhões a menos em receita em 2016, o que também entrou na conta.
No início da apresentação, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que as medidas já anunciadas ao longo de 2015 (antes desta segunda-feira) já obtiveram um ganho nas contas públicas federais de R$ 134 bilhões e que 81% do ganho no resultado primário do ano foi pelo lado do gasto.
Ele lembrou que 65% do gasto primário do governo é em dois itens: previdência e pessoal. Além disso, 90% do total do Orçamento é gasto garantido por lei, o que deixa R$ 115 bilhões disponíveis para manejamento.
O ministro encerrou a coletiva dizendo que o governo "tem todos os instrumentos necessários" para enfrentar as dificuldades e está propondo medidas que façam isso de forma equilibrada, mas depende da colaboração do Congresso "como é natural e desejável em qualquer democracia".

domingo, 13 de setembro de 2015

Dilma reúne dez ministros e ordena início dos cortes



Dilma Rousseff está disposta a anunciar medidas o mais rápido possível.© Foto: Dida Sampaio/Estadão Dilma Rousseff está disposta a anunciar medidas o mais rápido possível.
BRASÍLIA - Para tentar cumprir a promessa de que vai “cortar na própria carne” antes de aumentar impostos, a presidente Dilma Rousseff convocou neste sábado, 12, no Palácio da Alvorada, parte dos seus ministros para ordenar “um pente fino” nos gastos das pastas.
Dilma deu as seguintes diretrizes: corte de cargos comissionados, reavaliação de investimentos e redução de contratos de serviços já firmados. Ao Estado, um auxiliar da presidente disse que a economia almejada deve ultrapassar R$ 15 bilhões.
Foram duas reuniões. Pela manhã, Dilma encontrou-se com a junta orçamentária do governo, integrada por Aloizio Mercadante (Casa Civil), Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento). No fim da tarde, foram chamados outros ministros para reunião no Palácio da Alvorada.

Durante a semana, o PMDB e os partidos de base cobraram o corte de gastos antes de o governo fazer qualquer tipo de proposta de aumento de tributos. Na reunião deste sábado, pelo menos um ministro de cada partido da coalização governista em torno de Dilma estava presente. Do PMDB, marcou presença Kátia Abreu (Agricultura). Pelo PRB, George Hilton, da pasta do Esporte. Já pelo PP, Gilberto Occhi (Integração Nacional). Pelo PC do B, Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia), e, pelo PR, Antonio Carlos Rodrigues (Transportes). Entre os petistas, estiveram Carlos Gabas (Previdência) e Ricardo Berzoini (Comunicações).
A redução das despesas e o enxugamento da máquina pública têm dois objetivos. O primeiro é criar ambiente para negociar com o Congresso, que exigiu que o Executivo primeiro cortasse sua própria carne antes de propor aumento de impostos. A segunda é correr para apresentar medidas que evitem o rebaixamento da nota brasileira pelas agências de classificação de risco Fitch e Moody's, depois que a Standard & Poor's retirou o selo de bom pagador do Brasil, semana passada.
O que o Planalto almeja é mostrar que o governo está disposto a anunciar medidas o mais rápido possível. Por isso, ao contrário do que se esperava, conforme as decisões forem sendo avalizadas pela presidente, elas serão comunicadas.
As primeiras medidas já devem ser anunciadas esta semana. Inicialmente, a expectativa era de que o governo divulgasse um “pacotão” com seus projetos, o que poderia demandar um tempo maior. Para reforçar a arrecadação de 2016, que tem uma previsão orçamentária de déficit de R$ 30,5 bilhões, além de um aumento na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre combustíveis, o Executivo está discutindo até o encaminhamento de medida provisória que autoriza a União a vender imóveis de sua propriedade, incluindo terrenos de Marinha.
Outro ponto que está em discussão pelo governo é o corte de cargos comissionados e a criação de um aplicativo para o transporte de servidores federais, que contrataria uma frota terceirizada única.

Você sabe usar o fio dental?

Você sabe usar o fio dental? Conheça o passo a passo e garanta uma higiene bucal completa


Corega
Tanto a escova quanto o fio dental são responsáveis, cada um, por 50% da limpeza dos dentes. A escova limpa as três faces expostas dos dentes, enquanto o fio limpa as laterais, onde as cerdas não chegam. Sendo assim, ambos são imprescindíveis para a higienização completa dos dentes.
“Muitos pacientes falam que não usam o fio dental porque a gengiva sangra, mas é justamente a falta dele que pode provocar o sangramento', explica a dentista Ana Carolina Martinez, do Instituto Sorridents. Isso ocorre porque as placas formadas por restos alimentares e bactérias causam uma inflamação conhecida como gengivite, que, num estágio mais avançado, pode evoluir para uma periodontite, que, inclusive, leva à perda de dentes. Cáries e mau hálito também entram no pacote de problemas causados pela limpeza incompleta ou incorreta da boca.
Não esqueça do fio dental© Foto: iStockphoto Não esqueça do fio dental
De acordo com a dentista, o fio deve ser utilizado após todas as refeições, inclusive se você usar próteses fixas e implantes. Se a sua prótese for móvel, a higienização deve ser feita fora da boca. Para facilitar, há no mercado escovas intradentais, que podem, nesses casos, substituir o fio dental para a limpeza. “O profissional que fez o procedimento deve orientar a forma mais adequada de você fazer a sua higiene bucal', explica.
Mais importante do que usar é, na verdade, saber passar o fio, explica a especialista. Para facilitar, montamos um passo a passo para você melhorar ainda mais sua higienização bucal.

Lave as mãos antes de usar fio dental

Antes de cortar o fio, higienize os punhos, as palmas, os dorsos, os dedos e as unhas com água e sabão. É importante eliminar as bactérias das mãos antes de levá-las à boca. Escolha um produto de qualidade. Existem no mercado diversos tipos de fios, desde os extra-finos aos com sabor. Existe também a fita dental que, por ter uma espessura maior, facilita o manuseio. Aqui, a regra é escolher o produto que mais parece confortável para você.

Corte o fio e enrole nos dedos

Segundo a dentista, cerca de 40 cm de fio —10 cm entre um dedo e outro— são suficientes para dar conta da limpeza de todos os dentes.
Existem algumas técnicas para segurá-lo e, assim, garantir uma limpeza simples e completa. O procedimento padrão é enrolar o fio no corpo do dedo médio de cada uma das mãos. Para facilitar, quando chegar na parte posterior, apoie o fio na ponta do indicador para obter mais firmeza e um alcance melhor. “Na verdade, não existe uma única maneira de usar o fio, vai da habilidade de cada um', pondera Ana Carolina.

'Abrace' o dente com o fio

Segure o fio entre o polegar e o indicador e introduza-o entre os dentes. “O mais adequado é abraçar o dente com o fio e fazer um movimento de deslizar de frente para trás', explica. Use um pedaço novo de fio para cada dente.

Cuidado com a gengiva

“Se a gengiva sangrar, faça um bochecho com água e continue passando o fio', orienta a dentista. O sangramento pode ocorrer por conta de uma inflamação ou porque você realmente machucou a gengiva durante a higienização. Por isso, não force o limite entre a gengiva e o dente, vá somente até onde conseguir.

Antes ou depois da escovação?

Não existe comprovação científica sobre o que é melhor: passar o fio dental antes ou depois da escovação. “Eu costumo recomendar que meus pacientes usem o fio antes da escovação. Assim, se algum resto de alimento se soltou do fio e ficou no meio do caminho, a escova com certeza vai eliminar', esclarece Ana Carolina.
Essa reportagem contou com a colaboração da equipe técnica de Corega, uma das marcas da GlaxoSmithKline, primeira empresa farmacêutica a assinar o AllTrial, campanha mundial de mobilização cujo objetivo é dar mais transparência às pesquisas científicas. Os produtos de Corega ajudam a manter as próteses mais fixas(4), aumentam a força da mordida(1)(2)(3), bloqueiam partículas de alimento(1)(2), além de proporcionar uma limpeza melhor que o creme dental(5). Entre eles incluem-se fixadores e limpadores que dão mais confiança para falar, sorrir e comer. (1) The Use of Soluble Denture Adhesives to Prevent (FoodParticles From Becoming Trapped Under Full Upper and Lower Dentures, Study L3920658, 2010. Publication in progress.(2) The Use of Soluble Denture Adhesive to Block Food From Migrating Under Removable Partial Dentures, Study L3920659, 2009. Publication in progress.(3) A Study of Denture Adhesives in Well-Fitting Dentures, Study L3510566, 2008. Publication in progress.(4) Consideram-se até 12 horas. A study of denture adhesives in well-fitting dentures, Study L3510566, 2008. Publication in Progress. (5) [Evaluation of TAED containing denture cleanser formulations against regular family toothpastes in order to determine levels of antimicrobial efficacy against a panel of odor causing organisms and “other organisms' linked to oral and systemic diseases] GSK. Evaluation of TAED containing denture cleanser formulations against regular family toothpastes in order to determine levels of antimicrobial efficacy against a panel of odor causing organisms and “other organisms' linked to oral and systemic diseases na 2011;MD #040-10: 040-10
*O canal Viver+50 tem o patrocínio de Corega. O conteúdo desta matéria é de total responsabilidade do MSN.

Lula recorre a Temer para manter PMDB com Dilma



Dilma Rousseff: Presidente Dilma Rousseff durante reunião com empresários da construção civil 
© Fornecido por Estadão Presidente Dilma Rousseff durante reunião com empresários da construção civil
Brasília - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa reservada com o vice-presidente Michel Temer há oito dias, em São Paulo, e manifestou extrema preocupação com a possível saída do PMDB do governo diante do agravamento da crise política e econômica. Lula pediu ajuda a Temer por avaliar que, se o PMDB abandonar Dilma, o processo de impeachment será deflagrado.
A conversa, mantida sob sigilo, ocorreu 48 horas depois de Temer dizer a empresários, que Dilma corria o risco de não concluir o mandato se permanecesse com popularidade tão baixa.
No mesmo dia em que o vice admitiu, na capital paulista, ser muito difícil um governante resistir três anos e meio no poder sem apoio, Lula jantou com Dilma, em Brasília. Aconselhou a afilhada a se reaproximar de Temer, que comanda o PMDB, e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Cabe a Cunha, desafeto do governo, decidir se um pedido de impeachment terá ou não prosseguimento. O script em discussão por deputados oposicionistas, como os do PSDB, DEM e PPS, e por dissidentes da base aliada, entre os quais os do PMDB, prevê que Cunha, num jogo de cena, rejeite o pedido, mas um recurso ao plenário da Câmara deflagre o processo.

Lula disse a Temer que Dilma parece não estar percebendo a gravidade da crise. Na sua avaliação, a presidente tem muita dificuldade de ouvir, de tomar decisões e de corrigir rumos. O vice reclamou da desconfiança de Dilma e do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Foi além: admitiu que, se o congresso do PMDB, marcado para novembro, fosse hoje, a maioria do partido decidiria pelo rompimento com o governo.
No jantar oferecido por Temer a governadores do PMDB e ministros do partido, na terça-feira, os convidados desfiaram um rosário de queixas contra o Planalto. Um dos participantes afirmou que o partido “jogou uma boia de salvação para Dilma”, com a Agenda Brasil proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), “mas o governo foi lá e furou a boia”.
A crise piorou depois que o Brasil perdeu o selo de bom pagador, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ameaçou deixar a equipe e um movimento pró-impeachment ganhou corpo na Câmara, na esteira de um pedido de afastamento de Dilma apresentado pelo jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT. Para completar o inferno astral petista, a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal que Lula seja ouvido no inquérito aberto para investigar o envolvimento de políticos no esquema de corrupção na Petrobrás.
Na sexta-feira, em meio a rumores sobre sua saída da Casa Civil, Mercadante conduziu uma reunião no Palácio do Planalto para traçar uma estratégia de repactuação da base aliada. A ideia é que, a partir de agora, haja conversas individuais com deputados e senadores, e não apenas com os líderes.
O Planalto não sabe com quantos votos pode contar no Congresso nem mesmo na votação do projeto de lei do Orçamento de 2016, que escancarou um rombo de R$ 30,5 bilhões. Na semana passada, ao desabafar com Temer, Lula afirmou que, sem o apoio do PMDB, Dilma não conseguirá aprovar “absolutamente nada” no Congresso, muito menos a criação de impostos. O ex-presidente acha que Dilma erra ao não afrouxar o ajuste fiscal.
“O problema é que a economia se contaminou pela crise política e, se o Planalto não agir rapidamente, tudo pode piorar”, admitiu o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS). “O equilíbrio no Orçamento deixou de ser uma questão de programa de partidos. Os cortes precisam ser feitos e, se isso não for suficiente, precisamos buscar fontes de receita. Reduzir ministérios é um gesto para poder convencer a sociedade sobre o aumento de tributos”, emendou o deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento de 2016. / Colaboraram Gustavo Porto, Andreza Matais e Adriana Fernandes